"Mentiras,ódios,traições,fúrias,crises psicóticas,remorso,curas,pânico egoísmo,arrogância,drama,suicídio,mega depressões. Nirvana.
Minha mente confrota com tudo que o olho vê.
Meu estômago ronca mas não consigo comer.
Me envolvi, não sei como é que eu vou resolver.
Paguei pra ver,vou morrer de tanto viver.
Sente o flow, e toda a fluência,Meu Rap é o sintoma da minha doença.
Não tem como parar, nem jogar com sua regra
comece a me julgar, atire logo sua pedra.
Depois de várias rixas, apostei a minhas ficha,Já desci pra pista, chamem o exorcista.
O poeta não morreu, voltou com mais força aprenda a não ser nada pra ser alguma coisa.
Mas eu tô vivo, mesmo com alguns problemas,Sujeito a delírio e reações extremas,Mente aventureira, alma inquieta.
Ando louco por aí, é isso que me resta.
Julgue o beck que eu fumo, o copo que eu tomo,Tudo que eu consumo a mina que eu como,Diga que sou o demônio, me mostre sua cruz, Promovendo a escuridão alegando ser luz, Covarde!
Conversa pra criança Ideia vencida, seu moralismo cansa
Eis mais um louco com a mão no microfone
Liberdade é pouco, o que eu quero não tem nome.
É natural eu receber vaia dos seus
Quem vive a poesia, cobaia de Deus
Otimismo é a ilusão do desinformado
Numa margem distante,Ret registrado." ▼
Filipe Ret - Sem titulo (via
libertarios-nao-morrem)
(via libertarios-nao-morrem)